Recentemente me encontrei com os velhos amigos de infância na Fiora, local que costumávamos frequentar nos anos 70 e 80.
Lá pelas tantas, como de costume minha língua começou a dar nos dentes e foi quando um dos meus diletos observou eloquente:
- Esse é o Varal!
É isso! Bateu!
Preciso escrever o que me der na cabeça e economizar a língua.
Será que é possível?